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Inclusão da comunidade surda em Pelotas é debatida em audiência

Inclusão da comunidade surda em Pelotas é debatida em audiência

Inclusão da comunidade surda em Pelotas é debatida em audiência

Foto: José Pacheco

Uma Pelotas mais inclusiva para os surdos foi o tema abordado durante uma audiência pública realizada na Câmara Municipal, na última sexta-feira, proposta pela Vereadora Fernanda Miranda (PSOL). O encontro reuniu representes da Associação Gaúcha dos Intérpretes de Língua (AGILS), alunos da escola Alfredo Dub e professores do curso de Libras da Universidade Federal de Pelotas.

Durante o encontro, os professores e a comunidade surda presente, provocaram uma reflexão quanto à acessibilidade e a comunicação existente entre eles. Segundo a intérprete de libras da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Tânia Madeira, faltam leis de incentivo que possam ajudar a dar voz e vez aos surdos e assim diminuir a desigualdade social. “ É muito importante neste momento, onde a comunidade surda está assumindo o protagonismo da sua história, e a acessibilidade é fundamental ser debatida", ressalta Tânia.

Professor de Libras da UFPEL, Fabiano Rosa, compartilha a mesma opinião. Para ele, é preciso ter mais atenção com a comunidade surda e valorizar os profissionais da língua brasileira de sinais. “ A nossa comunidade quer direitos e não barreiras, mas para isso precisamos dos nossos intérpretes, de mais oportunidades, para assim resolver nossas atividades", salientou.

A vereadora Fernanda Miranda do PSOL ouviu as demandas e destacou que vai encaminhar ao executivo algumas proposições, dentre elas, uma com a justificativa de que além da prova teórica, quando ocorrer concurso para a área exista uma banca avaliadora, para assim certificar de que o intérprete seja fluente na língua. “A comunidade apresentou uma sugestão de ter uma banca que avalie e assim se tenha uma proficiência da língua", disse a parlamentar.

Uma central de interpretes também é outra sugestão a ser encaminhada pela Vereadora, com o objetivo de melhorar a acessibilidade do surdo. “ Vamos tentar conversar com a Prefeita e que ela acolha essa proposição, pois seria um avanço expressivo e contribuiria na acessibilidade dos surdos", concluiu.

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