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Encerrou nesta quinta-feira, exposição de arte sobre violência contra a mulher

Publicado em 31/05/2019.
As obras convidavam os espectadores a se colocarem no lugar das vítimas e discutir sobre o papel de cada um nas violências do dia a dia.
Encerrou nesta quinta-feira, exposição de arte sobre violência contra a mulher

Texto: Assessoria vereador

combate à agressão contra a mulher está sendo assunto recorrente durante esta semana na cidade, mas nem sempre foi assim. Isso porque está ocorrendo a 1ª semana de combate ao feminicídio e violência contra a mulher, projeto do mandato da vereadora Daiane Dias que fixou no calendário do município a última semana do mês de maio como momento para promover atividades de conscientização sobre o assunto.

Com a intenção de fazer o público refletir sobre as violências do cotidiano e também de exercitar a empatia, as exposições “Mulheres não se calam” e “Não abafa o caso” fizeram parte da agenda da semana. A exposição segue uma ordem de apresentação. As experiências são densas e colocam os espectadores em situações desconfortáveis justamente para trazer a tona, ainda que de forma sutil, as experiências das vítimas de violência doméstica. Primeiro os visitantes são convidados a entrar em uma sala escura, onde escutam áudios com relatos verídicos de diversas vítimas. Essa experiência compõe manifestação artística “Mulheres não se calam”. a Na sequência, já em outra sala, ocorre a apreciação das obras da mostra “Não abafa o caso”, original de Porto Alegre, promovida pela Governo do Estado. E para finalizar, uma roda de conversa, com finalidade de discutir e confrontar o problema.

As apresentações tem foco nos públicos a partir do 9º ano de ensino fundamental. A gerente de manifestações populares da secretaria de cultura do município, Helena Brasil, uma das responsáveis pelo espaço contou sobre um caso nada inusitado durante as visitas das escolas. Segundo ela o número de alunos homens que compareceram foram mínimos quando comparado ao número de mulheres, e que isso já era esperado pois é reflexo da nossa cultura. Para ela os homens não se veem como parte do problema. Helena ainda falou da importância da presença dos jovens em momentos como esse, pois existe na nossa sociedade, uma tendência de abafar qualquer sinal de uma relação abusiva. “Nós queremos alertar, tanto homens quanto mulheres, para que percebam quando um relacionamento não está indo bem” disse. Ainda de acordo com ela, os problema não começam numa agressão física ou com um feminicídio, “eles começam com pequenas intervenções de poder e posse”.

Para a professora estadual, Letícia Correa, que visitou a exposição, as obras e as discussões são muito importantes para chamar a atenção das mulheres. A professora frisou que as mulheres precisam desde cedo aprender a identificar esses sinais de relacionamento abusivo, para que possam se preservar e se impor para tentar evitar casos mais trágicos como os dos áudios apresentados. “Não é cuidado, é controle. Não é um ciumezinho, é uma forma abusiva de convívio”.

 

Texto: Assessoria de Imprensa Vereadora Daiane Dias PSB

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